O que eu estou achando sobre os novos jogos da franquia Resident Evil
Hoje vou falar sobre um dos meus jogos favoritos que rendeu maios de 20 títulos: Resident Evil. Pretendo mostrar as minhas decepções e as melhorias dos jogos da série: RE 5 e RE6.
Para ajudar na minha conclusão, vou falar um pouco dos primeiros jogos da franquia:
O primeiro jogo foi lançado em 1996 inspirado no jogo japonês "Sweet Home" de 1989. Essa versão teve os seguintes personagens: Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton, Rebecca Chambers e Albert Wesker. Todos da cidade de Raccon City.
O jogo tinha as equipes Alpha e Bravo que formavam o grupo Stars. O jogo também tinha a opção do jogador escolher qual campanha jogar: a da Jill ou a do Chris. E, quem não se lembra da mansão onde a Umbrella realizava as experiências? E das ervas verdes, azuis, vermelhas e amarelas que tem até no RE5? E das máquinas de escrever que servia como save point que teve até o RE 4?
Agora vou falar de RE 2 que foi lançado em 1998 e tem Leon Kennedy e Claire Redfield a irmã de Chris Redfield.
Leon está na cidade e encontra Claire em um bar que está a procura de seu irmão desaparecido. Leon a salva, mas os dois sofrem um acidente e acabam se separando e ambos marcam de se encontrar no distrito policial.
Nessa versão, há outros personagens como Sherry, filha de William Birkin criador do G-vírus, e a Ada Wong que, a pedido de Wesker, tem a função de recolher o G-vírus. Ada e Leon acabam se relacionando.
E por último, o causador de insônia: RE 3 Nemesis. Essa versão foi lançada em 1999 e a história se passa 24 horas antes de RE 2. Jill está sozinha, pois Chris está viajando para a Europa na expectativa de encontrar informações para incriminar a Umbrella.
É nessa versão que aparece o gigante Nemesis (o causador de insônia e pesadelo em muitas pessoas), cuja função é acabar com os membros restantes da Stars.
Resident Evil 4 começa a me frustrar, pois sai um pouco fora do contexto dos primeiros jogos: agora o inimigo não é mais Umbrella, Wesker, mas sim os iluminatis(e ainda mostra uma visão totalmente errada dos iluminatis) e Leon tem a função de salvar a burra da Ashley, a filha do presidente. Essa menina se torna insuportável quando a gente a salva. Quem nunca se irritou com o gritinho: Leon help me. Quem nunca atirou nessa menina de propósito atire a primeira pedra.
Os zombies não são mais aqueles moles, são os Ganados (mais difíceis de matar o que é mais legal e estratégico) de uma pequena Vila na Europa. Na minha opinião, RE 4 começa perder um pouco o seu foco: o terror. A única melhoria na época foi o gráfico que a Capcom utilizou o máximo do PlayStation 2.
RE 5: estou procurando o Survival Horror. Para mim, pareceu mais ação do que terror. Nessa versão, Chris vai para a África e tem uma parceira: a burra da Sheva (quando está sendo controlada pelo computador, ela comete cada burrice). E é Chris versus Wesker (o maior vilão da franquia). Não achei o jogo tão difícil como as versões anteriores. E, claro, a melhoria foi o gráfico.
RE 6 é a evolução gráfica e com 3 modos campanha que são dos protagonistas: Leon acompanhado pela agente Helena Harper; Chris com Piers Nivans; e Jake Muller protegido pela Sherry Berkin (isso de RE 2)
Os personagens se encontram no decorrer da trama, e toda vez que isso ocorre o multiplayer dá para 4 jogadores.
Devido as três campanhas, o jogo possui 3 estilos diferentes: a de Leon tem um estilo ao clássico Survival Horror (até que fim esse teve o que eu gosto e o que tem haver com as primeiras franquias); a do Chris tem um estilo mais de ação (é de se esperar comparando com o jogo de RE 5); e a de Jake tem um estilo de ação com combate de corpo-a-corpo.
Além das campanhas, RE 6 traz novidades: melhoria na câmera (agora é 360 graus) e o modo de andar e atirar (finalmente, o pedido dos fãs foram atendidos).
Resident Evil é um excelente jogo, mas suas novas versões tem saído um pouco fora do terror, ou seja, perdeu aquela emoção e os sustos das primeiras versões. As versões anteriores causam uma nostalgia inexplicável a qualquer fã de Resident Evil.
Autora: Bianca Arantes

















