segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O que eu estou achando sobre os novos jogos da franquia Resident Evil
            Hoje vou falar sobre um dos meus jogos favoritos que rendeu maios de 20 títulos: Resident Evil. Pretendo mostrar as minhas decepções e as melhorias dos jogos da série: RE 5 e RE6.
            
           Para ajudar na minha conclusão, vou falar um pouco dos primeiros jogos da franquia:
           O primeiro jogo foi lançado em 1996 inspirado no jogo japonês "Sweet Home" de 1989. Essa versão teve os seguintes personagens: Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton, Rebecca Chambers e Albert Wesker. Todos da cidade de Raccon City.



             O jogo tinha as equipes Alpha e Bravo que formavam o grupo Stars. O jogo também tinha a opção do jogador escolher qual campanha jogar: a da Jill ou a do Chris. E, quem não se lembra da mansão onde a Umbrella realizava as experiências? E das ervas verdes, azuis, vermelhas e amarelas que tem até no RE5? E das máquinas de escrever que servia como save point que teve até o RE 4?


              Agora vou falar de RE 2 que foi lançado em 1998 e tem Leon Kennedy e Claire Redfield a irmã de Chris Redfield. 


                Leon está na cidade e encontra Claire em um bar que está a procura de seu irmão desaparecido. Leon a salva, mas os dois sofrem um acidente e acabam se separando e ambos marcam de se encontrar no distrito policial. 
                Nessa versão, há outros personagens como Sherry, filha de William Birkin criador do G-vírus, e a Ada Wong que, a pedido de Wesker, tem a função de recolher o G-vírus. Ada e Leon acabam se relacionando.
                E por último, o causador de insônia: RE 3 Nemesis. Essa versão foi lançada em 1999 e a história se passa 24 horas antes de RE 2. Jill está sozinha, pois Chris está viajando para a Europa na expectativa de encontrar informações para incriminar a Umbrella.




                 É nessa versão que aparece o gigante Nemesis (o causador de insônia e pesadelo em muitas pessoas), cuja função é acabar com os membros restantes da Stars.


                  Resident Evil 4 começa a me frustrar, pois sai um pouco fora do contexto dos primeiros jogos: agora o inimigo não é mais Umbrella, Wesker, mas sim os iluminatis(e ainda mostra uma visão totalmente errada dos iluminatis) e Leon tem a função de salvar a burra da Ashley, a filha do presidente. Essa menina se torna insuportável quando a gente a salva. Quem nunca se irritou com o gritinho: Leon help me. Quem nunca atirou nessa menina de propósito atire a primeira pedra. 


                    Os zombies não são mais aqueles moles, são os Ganados (mais difíceis de matar o que é mais legal e estratégico) de uma pequena Vila na Europa. Na minha opinião, RE 4 começa perder um pouco o seu foco: o terror. A única melhoria na época foi o gráfico que a Capcom utilizou o máximo do PlayStation 2.
                    RE 5: estou procurando o Survival Horror. Para mim, pareceu mais ação do que terror. Nessa versão, Chris vai para a África e tem uma parceira: a burra da Sheva (quando está sendo controlada pelo computador, ela comete cada burrice). E é Chris versus Wesker (o maior vilão da franquia). Não achei o jogo tão difícil como as versões anteriores. E, claro, a melhoria foi o gráfico. 





                       RE 6 é a evolução gráfica e com 3 modos campanha que são dos protagonistas: Leon acompanhado pela agente Helena Harper; Chris com Piers Nivans; e Jake Muller protegido pela Sherry Berkin (isso de RE 2)
                       Os personagens se encontram no decorrer da trama, e toda vez que isso ocorre o multiplayer dá para 4 jogadores. 
                       Devido as três campanhas, o jogo possui 3 estilos diferentes: a de Leon tem um estilo ao clássico Survival Horror (até que fim esse teve o que eu gosto e o que tem haver com as primeiras franquias); a do Chris tem um estilo mais de ação (é de se esperar comparando com o jogo de RE 5); e a de Jake tem um estilo de ação com combate de corpo-a-corpo. 
                       Além das campanhas, RE 6 traz novidades: melhoria na câmera (agora é 360 graus) e o modo de andar e atirar (finalmente, o pedido dos fãs foram atendidos).




                       Resident Evil é um excelente jogo, mas suas novas versões tem saído um pouco fora do terror, ou seja, perdeu aquela emoção e os sustos das primeiras versões. As versões anteriores causam uma nostalgia inexplicável a qualquer fã de Resident Evil. 

Autora: Bianca Arantes





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

JUST DANCE 4 OU DANCE CENTRAL 3

RESENHA MORTÍFERA: GAMES


Dance Central 3 vs Just Dance 4 (capa dos dois jogos)


                  Just dance e Dance Central são jogos de dança que utilizam uma tecnologia marcante dessa geração de vídeo games: o sensor de movimento, em que o jogador tem que imitar o dançarino da tela, ou seja, se movimentar bastante e dizer adeus ao sedentarismo dos vídeos games.
                  Porém, fica uma dúvida: qual é melhor, Just Dance 4 ou Dance Central 3?. Bom, isso vai do gosto de cada um, mas nesse post vou ajudar-vos a se decidirem qual é o melhor segundo seus objetivos e gostos.
                 

           Primeiramente, vou falar de Just Dance:

                  
               Esse jogo é da Ubisoft e teve seu primeiro lançamento em 17 de Novembro de 2009 exclusivamente para Nintendo Wii. Depois, foi lançada a versão Just Dance 2, Just Dance Kids e Just Dance Summer Party, também todos exclusivos para Nintendo Wii.
                Somente da versão: Just Dance 3 em diante, que a Ubisoft começou a lançar a franquia para as outras plataformas. E, assim surgiram: Just Dance 3, Just Dance Greatest Hits, Just Dance Kids 2, Just Dance Disney Party e, a atual, Just Dance 4. Ufa quanto jogo.
                Eu adquiri o Just Dance 3 e adorei, por causa de seu multiplayer, que permite até 4 pessoas, e sua jogabilidade que é muito divertida e ótimo para jogar com a família. E, exatamente pela sua coreografia divertida e não profissional, eu recomendo para não utilizarem uma festa, porque vocês vão passar vergonha. O foco de Just Dance não é profissionalismo e nem gráfico (que a propósito é um gráfico bem divertido, colorido e combina com cada música e cantor), mas sim diversão e isso Just Dance tem bastante.


                                Agora, vou falar de Dance Central:
         
                 Dance Central é um jogo da Harmonix e teve seu primeiro lançamento em 2010 não tendo multiplayer. Depois, foi lançado Dance Central 2 em 2011 e Dance Central 3 em 2012 com multiplayer de até 2 pessoas. 
                Esse jogo já possui coreografias profissionais e investi muito em gráficos o que diferencia de Just Dance que o foco é mais diversão e não profissionalismo. Eu tenho Dance Central 3 e gostei, também exatamente por causa das coreografias que não enjoam e os gráficos muito bons.

  

                  Em resumo, eu gosto dos dois, mas a escolha do melhor jogo fica ao gosto de quem analisa, por isso prefiro mais Just Dance. É gosto é gosto né? Fazer o que?
                 

                   

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

RESENHA MORTÍFERA
GAMES:  RESENHA MEDAL OF HONOR WARFIGHTER
                      Medal of Honor Warfighter é um jogo de FPS (tiro em primeira pessoa) da Eletronic Arts. É uma sequência direta da versão anterior "Medal of Honor 2010", tanto que o jogador ainda controla o grupo Tier 1 (um grupo operações especiais do norte-americano contra o terrorismo).
Foto de capa de Medal of Honor Warfighter
                       Falando em história, Warfighter melhorou muito nesse aspecto. O jogo não vai ser mais baseado em apenas uma batalha real como nas outras versões com um pouco de ficção. Warfighter vai trazer um enredo mais realista, mostrando os problemas pessoais dos soldados, como, por exemplo, de Preacher que sofre de um problema no seu casamento e com seu filho.
Uma das cenas do jogo. Observem o gráfico que é muito bom e a força dos detalhes.

                       Warfighter tem um gráfico ótimo que é um dos seus pontos positivos. Outros pontos positivos são as fases de perseguição, um modo campanha que tenta se diferenciar dos demais jogos de fps e um arsenal bem realista e com muitos detalhes nas armas.


                       O jogo possui alguns pontos negativos, afinal, nem tudo é perfeito. Um dos seus pontos negativos está na munição praticamente infinita, isso ocorre porque os companheiros de batalha estão carregados de munição, então, quando ficar sem munição é só se aproximar e recarregar com apenas um botão. Isso tira uma das estratégias desse tipo de jogo que é a preocupação com o tiro para poder economizar balas. 
                       

                      
                      Fora pequenos detalhes negativos, o jogo é bom com bastante cenários, gráfico excelente e um enredo diferenciado  

Autora: Bianca Arantes.

Classificação:18+
Desenvolvedora: Danger Close Games
Publicadora: Eletronic Arts
Gênero: FPS (tiro em primeira pessoa)
Plataformas: PC, Xbox 360, PlayStation 3

Obrigada pela atenção!!!!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

1° POSTAGEM DO BLOG DE GAMES DA RESENHA MORTÍFERA

             Na noite de sábado, eu lancei uma gameplay de um dos meus jogos favoritos e também um pouco antigo para Xbox 360. O nome desse jogo é muito famoso e acompanha a vida de muitas pessoas há gerações.
              Quem não se lembra do Street Fighter? Uma franquia de jogos da Capcom e teve seu primeiro jogo lançado em Agosto de 1987.
              A franquia tem os seguintes jogos: Street Fighter lançado em 1987 para Fliperamas; Street Fighter II: The World Warrior; Street Fighter III; Street Fighter Alpha; Street Fighter IV e o Super Street Fighter IV.
             Clique no link abaixo para assistir a Gameplay de Street Fighter IV. Desculpe por não postar o vídeo, porque o blogger deu um bug.

http://www.youtube.com/watch?v=jcLrq9lbDr4

Obrigada pela atenção e compreensão.


SEJAM BEM VINDOS AO NOVO BLOG DE GAMES DA RESENHA MORTÍFERA

                A Resenha Mortífera, para melhor atende-los, criou um blog exclusivo para games. Nesse blog, será publicado sobre novidades, gameplays, resenhas, top 10 e primeiras impressões. 
                Por enquanto, não temos muitas publicações, devido ao fato de estarmos lançando o  blog hoje (23 de setembro de 2013), mas futuramente teremos muitas publicações e estamos abertos a sugestões. 
                Muito obrigada pela atenção de vocês e sejam bem vindos.